Dicas de Saúde Doenças e Tratamentos Ana Karolynne Goncalves

As 13 Principais Causas da Epilepsia!

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As Principais Causas da Epilepsia que poucos conhecem. Além disso, as Causas da Epilepsia são desencadeadas por diversos fatores, alguns genéticos e outros não. A Epilepsia é uma disfunção do cérebro que cursa com descargas elétricas anormais e excessivas do cérebro, que interrompem temporariamente sua função habitual e produzem manifestações involuntárias no comportamento, no controle muscular, na consciência e/ou na sensibilidade do indivíduo.

As 13 Principais Causas da EpilepsiaToda convulsão é uma crise epiléptica, mas além da convulsão existem várias formas de crises epilépticas. Na convulsão o paciente apresenta movimentos grosseiros de membros, desvio dos olhos, liberação de esfíncteres e perda de consciência. E um exemplo comum de crise epiléptica não convulsiva é a crise de ausência.

A crise convulsiva é a forma mais conhecida pelas pessoas e é identificada como “ataque epiléptico”. Nesse tipo de crise a pessoa pode cair ao chão, apresentar contrações musculares em todo o corpo, mordedura da língua, salivação intensa, respiração ofegante e, às vezes, até urinar.

Há um tipo de crise que se manifesta como se a pessoas estivesse “alerta” mas não tem controle de seus atos, fazendo movimentos automaticamente. Durante esses movimentos automáticos involuntários, a pessoa pode ficar mastigando, falando de modo incompreensível ou andando sem direção definida. Em geral, a pessoa não se recorda do que aconteceu quando a crise termina. Esta é chamada de crise parcial complexa. Então, Confira As 13 Principais Causas da Epilepsia:

As Principais Causas da Epilepsia: Para 6 de cada 10 pessoas com Epilepsia , a causa não pode ser determinada. Existem múltiplos fatores que podem desencadear uma crise epilética. Entre os mais comuns, podem-se destacar lesões no cérebro decorrentes de traumatismos de parto e traumatismos cranianos – que provocam cicatrizes cerebrais. A ingestão excessiva de álcool, consumo de drogas ou outras substâncias tóxicas, doenças infecciosas (como meningite), neurocisticercose (“ovos de solitária” no cérebro), tumores, ou, ainda, acidentes vasculares (AVCs) hemorrágicos ou isquêmicos e outros problemas cardiovasculares, também podem provocar um ataque epiléptico.

Uma crise epiléptica não caracteriza um quadro de epilepsia. Para que isso ocorra, é necessário que, no período de um ano, hajam duas ou mais crises originadas espontaneamente. Ao contrário de muitas crenças populares, a epilepsia não é contagiosa. No entanto, a maior parte dos casos de epilepsia – quando não são sintomas de outras doenças – não possuem procedência clara. Distúrbios cerebrais de causa genética estão entre as possíveis causas.

Uma variedade de causas pode levar a convulsões. Possíveis causas incluem:

  • traumatismos craniano;
  • cicatrizes no cérebro após uma lesão cerebral (Epilepsia pós-traumática) ;
  • Doença grave ou febre muito alta;
  • Acidente vascular cerebral, que é uma das principais causas de Epilepsia em pessoas com mais de 35 anos;
  • Outras doenças vasculares;
  • Falta de oxigênio para o cérebro;
  • Tumor cerebral ou cisto;
  • Demência ou doença de Alzheimer;
  • Uso materno de drogas, lesão pré-natal, malformação cerebral ou falta de oxigênio no nascimento;
  • Doenças infecciosas, como AIDS e meningite;
  • Distúrbios genéticos ou de desenvolvimento ou doenças neurológicas;
  • A hereditariedade desempenha um papel em alguns tipos de Epilepsia. Na população em geral, existe uma chance de 1% de desenvolver Epilepsia antes dos 20 anos de idade. Se você tem um pai cuja Epilepsia está ligada à genética, isso aumenta seu risco para 2 a 5 por cento;
  • A genética também pode tornar algumas pessoas mais suscetíveis a convulsões de desencadeantes ambientais.

A Epilepsia pode se desenvolver a qualquer idade. O diagnóstico geralmente ocorre na primeira infância ou após os 60 anos de idade.

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Sobre o autor | Website

Sou graduada no curso de Nutrição pela Universidade Federal de Maranhão(UFMA), do CRN6-MA 16199, com Mestrado na área da Nutrição Clínica com relação ao metabolismo, prática e terapia nutricional, realizado também na Universidade Federal de Maranhão(UFMA). Atualmente trabalho no campo de pesquisa sobre a Qualidade e Inovação em Alimentos.

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